sábado, 2 de fevereiro de 2013

Filmes para assistir mil vezes

( Este post é para minha Damaris que não gosta de filmes, pois estes ela vai gostar e para  Soraia que adora filmes românticos)

Com essa  chuvinha que tem caido nos finais de semana ( e durante a semana também) nada como um bom filme na Tv...

Já escrevi sobre filmes que marcaram minha vida, sobre filmes de vampiros, viagem no tempo e hoje vou falar dos filmes que assisto todas as vezes em que estão passando. São filmes que não me canso de ver, são todos "romantiquinhos", sei a sequencia, os diálogos e toda a história, mas quero ver de novo, e de novo,  e de novo...
Vai ai a listinha que me lembrei. Quem lembrar de outros é só acrescentar e quem ainda não viu algum destes, vale a pena ver.

De repente trinta



Jenna Rink (Christa B. Allen) é uma garota que está descontente com sua própria idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe. A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff (Sean Marquette), seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide por ter uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece. Porém o que deveria ser sua consagração se transforma num grande desastre, após Jenna ser trancada em um armário devido a uma brincadeira e ser completamente esquecida pelos demais presentes na festa. Triste, Jenna faz um pedido: virar adulta de repente, para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, Jenna (Jennifer Garner) desperta em 2004 e com 30 anos de idade. De início Jenna fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou ser. Porém, quando tenta reencontrar Matt (Mark Ruffalo), Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.







Como se fosse a primeira vez



Henry Roth (Adam Sandler) é um veterinário paquerador, que vive no Havaí e é famoso pelo grande número de turistas que conquista. Seu novo alvo é Lucy Whitmore (Drew Barrymore), que mora no local e por quem Henry se apaixona perdidamente. Porém há um problema: Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, o que faz com que ela rapidamente se esqueça de fatos que acabaram de acontecer. Com isso Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado.




Para sempre Cinderela



A rainha da França solicita a presença dos Irmãos Grimm no palácio e lhes conta que gosta muito da obra deles, mas que ficou espantada em como foi contada a história de Gata Borralheira. Assim, decide lhes narrar o que realmente aconteceu na França do século XVI, quando Danielle de Barbarac (Drew Barrymore), sua tataravó, que ficou feliz aos oitos anos quando seu pai (Jeroen Krabbé), um aristocrata viúvo, se casou novamente com uma baronesa (Anjelica Huston), pois assim ela ganhou uma mãe e duas irmãs no mesmo dia. Mas a sonhada felicidade durou muito pouco, pois logo depois seu amado pai morreu subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada. Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas por outro lado a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro (Dougray Scott). Para isto ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha. Mas ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa podendo serem frustrados, pois sua enteada e o príncipe estão sendo aconselhados por ninguém menos que Leonardo da Vinci (Patrick Godfrey).




Cartas para Julieta



Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora que viaja para a Itália ao lado do noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo, por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie demonstra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan), que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.




O amor não tira férias



Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado, Ethan (Edward Burns), não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.







A casa do Lago



Kate Forster (Sandra Bullock) é uma médica solitária, que morava em uma casa à beira de um lago. Hoje esta casa é ocupada por Alex Wyler (Keanu Reeves), um arquiteto frustrado. Kate passa a trocar cartas com Alex, com quem mantém um relacionamento à distância por 2 anos. É quando, ao se descobrirem apaixonados um pelo outro, eles buscam um meio de se encontrar.




O casamento do meu melhor amigo



Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney) combinaram que, se ambos continuassem solteiros quando completassem 28 anos, se casariam. Quando recebe um telefonema do amigo, às vésperas da fatídica data, anunciando que está prestes a se casar, mas com outra (Cameron Diaz), Julianne se descobre apaixonada por ele e aceita o convite para ser madrinha, mas com segundas intenções.




Casa comigo?






Uma mulher (Amy Adams) viaja para Dublin para pedir o namorado em casamento, no dia 29 de fevereiro de um ano bissexto, como manda a tradição irlandesa. Nesta data, segundo o costume local, o homem é obrigado a aceitar o pedido de casamento. Mas, quando o tempo mau arruína sua viagem, ela precisa da ajuda de um grosseiro dono de hospedaria para iniciar uma inesperada travessia no país e fazer o pedido perfeito.




Encantada



Giselle (Amy Adams) é uma bela princesa que foi recentemente banida por uma rainha malvada de seu mundo mágico e musical. Com isso ela agora está na Manhattan dos dias atuais, um local completamente diferente de onde vivia. Logo ela recebe a ajuda de Robert (Patrick Dempsey), um advogado divorciado por quem se apaixona. Só que Giselle já está prometida em casamento para o príncipe Edward (James Marsden), que decide também deixar o mundo mágico para reencontrar sua amada.







O diabo veste Prada



Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim





Letra e Música ( tinha esquecido, valeu Carol!)



Alex Fletcher (Hugh Grant) é um decadente astro da música pop, que fez muito sucesso na década de 80 mas que agora apenas se apresenta no circuito nostálgico de feiras e parques de diversão. A chance de mais uma vez fazer sucesso bate à sua porta quando Cora Corman (Haley Bennet), a atual diva do pop, o convida para compor uma canção e gravá-la com ela, em dueto. O problema é que Alex há anos não compõe uma canção sequer, além de jamais ter escrito uma letra de música. Sua salvação é Sophie Fisher (Drew Barrymore), a encarregada de cuidar das plantas de Alex, cujo jeito com as palavras serve de inspiração para Alex. Inicialmente reticente em trabalhar com Alex, devido ao término conturbado de um relacionamento e à fobia dele a compromisso, Sophie termina por aceitar a parceria




Uma linda mulher ( A Carol sugeriu, tinha esquecido)



Magnata perdido (Richard Gere) pede ajuda uma prostituta (Julia Roberts) que "trabalha" no Hollywood Boulevard e acaba contratando-a por uma semana. Neste período ela se transforma em uma elegante jovem para poder acompanhá-lo em seus compromissos sociais, mas os dois começam a se envolver e a relação patrão/empregado se modifica para um relacionamento entre homem e mulher


Um lugar chamado Nothing Hill



Will (Hugh Grant), pacato dono de livraria especializada em guias de viagem, recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a estrela de cinema americana Anna Scott (Julia Roberts). Dois ou três encontros fortuitos mais tarde, Will e Anna iniciam um relacionamento tenro, engraçado e cheio de idas e vindas.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Lugares bacanas para comer no Rio

O Rio tem muitos lugares legais para se comer. Hoje vou sugerir alguns que visitamos.

O primeiro é o novo  e super premiado Mian Mian. Tem todo aquele estilo de restaurante alternativo, meia luz, uma decoração bem moderninha e uma comida bem diferente.
Arrisquei e pedi um espaguete de Pupunha com camarões. Estava divino! Veio com farofinha e um molho especial. Fomos com um casal de amigos que já conheciam o local. Todos amaram a comida. Deem uma olhada no site que vale a pena: www.miammiam.com.br.



Meu espaguete de Pupunha, humm

Vicente e a Cris (ele é francês mas está adorando o Rio)















No hotel que ficamos havia ( para nossa sorte) um restaurante que acabou de receber o prêmio de melhor restaurante italiano do Rio, o Alloro ristorante, fino, elegante e o chef Luciano Boseggia vem visitar os "mortais". Ele acaba de sair do restaurante Fasano de SãoPaulo e ir para lá. Caro. Comida boa.



.


 




Outro legal é o "La Fiorentina" . Ponto de encontro dos artistas.
 Dentro do restaurante há muitas fotos deles e tudo lá é autografado até as toalhas das mesas ( o garçon me deu uma!)


Ganhei uma toalhinha


O restaurante japonês que comemos foi o Keizen. 
Rodizio muito bom , mas a gente escolhe o que virá no rodizio. Anota e eles trazem e se quisermos mais, é só anotar, assim não há desperdício. Até que isso é legal!


Nos indicaram também o "Joaquina", mas estava muito cheio e a gente não quis ficar na lista de espera. Vai ficar para a próxima

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Minhas saídas

 Ainda falando de praia... olha cada saída de banho que comprei, os vendedores passavam vendendo uma mais bonita que a outra e não resisti e comprei algumas, ah, mulheres!
Fiz um "desfilezinho" para postar aqui no blog .







quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A opinião dos outros




Tem gente que fala que não liga para a opinião dos outros, que "o que os outros pensam de mim não me importa", será que é verdade, ou totalmente verdade? Eu vivo assim: as vezes estou tão segura do que estou fazendo e tão certa daquilo que realmente sinto que a opinião alheia não faz diferença, mas há momentos ( e acho que  a maior parte dos tempo) por mais que a eu diga que não, o olhar, o comentário, a crítica do outro me afeta, sim.
 Ninguém faz tudo o que quer, ninguém (ou pelo menos pessoas ajuizadas) sai pela rua descalça e de camisola, embora seja uma roupa super confortável e que deveria ser nosso uniforme rsrs. Nos esprememos em calças, sapatos de salto, maquiagens, alças de sutiã, tudo no desconforto e para quê? Provavelmente para causar boa impressão nas outras pessoas, ou pelo menos para não sermos julgadas por elas.A gente se sente gorda porque? Por que estamos mesmo ou por causa do olhar dos outros?
Será que se eu morasse sozinha numa ilha iria me achar gorda? sei não...
Sei que não devemos viver em função do que os outros vão dizer, mas será que dá para viver isento do que os outros pensam? Acho que não, mas se conseguíssemos seriamos sortudas!


Achei este banner muito " verdadeiro" rsrs

Passeando pelo centro do Rio

Domingo a tarde o céu estava nublado. Trocamos a praia por um passeio no centro do Rio que estava bem sossegado. Coloquei um tênis e uma roupa confortável e fomos andar. Pois quando meu marido fala " uma voltinha aqui pertinho" significa andar por horas rsrs.

O Rio tem coisas lindas, pena que o povo não cuide. Muita sujeira nas calçadas e um cheiro terrível de xixi. Isso acaba tirando a graça do passeio. Temos monumentos e construções lindíssimas como na Europa,        (afinal, eles foram nossos colonizadores, né?) mas aqui tudo fica escondido por prédios comerciais, sujeira, falta de iluminação e por ai vai. Lamento tanto... Mas, ainda assim, a gente encontra lugares bem legais como o jardim Botânico que já postei aqui outro dia

Vou mostrar  agora um novo jardim que encontramos: O Praça Paris e outros lugares bonitos também.
"Lembra" o Central Parque por estar cercado de prédios


Há várias esculturas dentro e fora da água,
tudo no mais perfeito estilo francês




Eu, eterna apaixonada por lanternas


O Parque está mais seguro agora que possui uma guarita

Esquina do Museu de Belas Artes
 ( olha eu batendo papo com uma senhorinha, meu marido fala que eu atraio)
Teatro Municipal

Esse prédio lindo é o teatro Municipal
Há várias esculturas pela cidade criticando o excesso
de consumismo.
" Seus dias de fartura estão contados", é o que dizia

Marco nos  Arcos da Lapa, ele se encanta
com essa arquitetura
Arcos da Lapa.
Todos os lugares que estou mostrando aqui, ficam pertinho uns dos outros

Pessoal entrando em uma  matinê de Carnaval
e a vendedora de tiaras
As construções do Rio Histórico são lindas, não acha?



Para quem gosta de livros como eu, também há no Centro uma
das filiais da Livraria Travessa.
Vale a visita



Por enquanto é só; ainda vou postar dicas de restaurantes e museus legais. Afinal, o Rio não é só praia, não. 
Tem muita coisa bacana para visitar

Volta as aulas

Ontem voltamos ao trabalho. Ano novo, um monte de expectativas...é claro que também há muita coisa igual e não é porque saímos em férias que a escola se renovou, mas início de jornada traz sempre uma nova energia (bem, não sei se é isso ou é porque saímos em férias, descansamos, tiramos o foco do trabalho e agora parece tudo melhor, sei lá. Nada como umas férias!).

Acho que o legal é  tentar dar o melhor de nós, fazer tudo com excelência.
É pensar que os alunos merecem uma educação de qualidade e que isso não depende só do sistema, mas principalmente de mim, de cada professor.

Vamos em frente, galera! É bom trabalhar com vocês!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vamos a la Playa


Hoje o sol finalmente apareceu aqui no Rio e fui à praia sozinha. Sem nada para fazer fiquei observando as pessoas e pensando na vida.
Gosto de praia e vou desde pequena, mas como tudo na vida cada vez ela tem um gosto diferente, mas algumas coisas se repetem sempre:

 A senhora gordinha cheia de celulites que se acha e usa fio dental. Todo mundo olha, todo mundo comenta e as mulheres dizem para o marido: “Se um dia eu ficar assim, você pode me internar”
As crianças brincando com a areia ( cena cada vez mais rara) e aquelas que correm atrás do sorveteiro e voltam com um sorrisinho quando o sorveteiro olha e vem até o guarda sol.
A gostosona bezuntada que fica duas horas passando sei lá o quê, algo que brilha muito na pele; geralmente elas já estão bronzeadas e o produto é só para chamar atenção.
O  vendedor ambulante que fica fazendo rimas, versos e novos hits para vender seus produtos.
Tem aqueles da cor “branco escritório”, provavelmente  nerds, com um calção bem grande para esconder a maior parte do corpo e que ficam rindo em um grupinho, com uma cerveja na mão para parecer legal e descolado.
Tem aqueles que tomaram o “sol do meio dia” e estão bem vermelhos com as dobrinhas brancas. Da dó de ver.
Tem as famílias com crianças que ficam pedindo tudo o que vem.
Tem o gostosão de sunga (os que se acham) e desfilam todo bombadinhos.
O menino que vende amendoim e joga um para gente provar. Tem o chá, o sanduíche natural, a empada e a coxinha, o camarão, o protetor solar, os chapéus, as cangas. Aqui no Rio tem muito biscoito Globo, o mais famoso daqui.
Tem a família barulhenta com muitas pessoas que traz a sogra, a cunhada, alguns amigos do filho, e que faz amizade com a barraca do lado e que invariavelmente carregam um isopor com muita cerveja.
Tem a família da adolescente tímida que não trouxe as amigas porque não tem amigas ou porque teve vergonha de convidá-las. Ai, ela, toda branquinha fica com os pais debaixo da barraca a manhã toda. Ninguém conversa com ninguém.

E tem as pessoas comuns como eu: nem muito tímida e nem muito exibida, que passa o protetor com discrição e que tem um pouco de vergonha de tirar  a roupa quando chega.
Que  bebe uma água e caipirinha e que entre uma leitura e outra fica observando a vida dos outros...  rsrsrsrs

Tenho certeza que  pelo menos uma destas cenas você já viu na praia em que costuma frequentar. Você se lembra de mais alguma?
Praia de Copacabana hoje pela manhã







quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Ministério infantil...é preciso viver para contar


Em 2011,  foi publicado um artigo sobre mim em uma revista  comemorativa feita para o aniversário da igreja Batista do Calvário. Falava do ministério infantil que cuido até hoje ( ainda  hoje estava lá desmontando a arvore de natal, limpando salas, pintando paredes, fazendo planos para esse ano... ) Achei legal deixar uma parte do artigo registrada aqui.

(Geeente! Estou  no ministério  há 29 anos!!!!)

É preciso viver para contar
Mônica Farinaccio

Desde muito cedo, minha mãe me levou a frequentar a igreja, portanto frequentei todas as salas do ministério infantil, não sei como é ter uma vida longe da igreja ou sem conhecer a Jesus. Minha mãe era muito firme em nos levar à escola dominical, e vejo quanto isso foi maravilhoso, pois fez muita diferença em minha vida e na dos meus irmãos. O departamento infantil da IEBC sempre teve professores ótimos, dedicados, servos de Deus, aprendemos muito com eles. Sempre gostei muito de ensinar. Quando criança, aos sábados, reunia na garagem de casa muitas crianças do bairro e brincava de “igrejinha”. Ensinava a Bíblia para crianças da minha idade, menores ou até mais velhas. Na igreja, os professores começaram a me chamar para ajudar a “olhar” as crianças, e eu tinha apenas 9 anos. Foi também quando me batizei e ganhei de presente de Natal meu primeiro flanelógrafo. Que maravilha! Agora poderia contar histórias como os professores da igreja me contavam. Dar aulas era minha brincadeira favorita. Deus já estava me preparando para o ministério infantil desde aquele tempo.
Já adolescente, fui convidada pelo Tio Antenor e pela Tia Sueli (que se tornaram meus grandes amigos) a fazer parte da liderança junto com eles. Foi incrível! Gostei tanto que estou lá até hoje, já são mais de 25 anos. Não consigo imaginar minha vida separada do ministério, foi lá inclusive que conheci meu marido. Todo o meu estudo e todos os cursos que faço aplico no ministério com as crianças, aliás não entendo como há pessoas que recebem dons de Deus e não os aplicam na igreja, acho isso triste.
O Ministério Infantil Calvário Kids recebe crianças dos 2 aos 12 anos em grupos organizados por idade. O nosso propósito é evangelizar e discipular as crianças para que cresçam nos caminhos do Senhor. O Ministério é baseado e influenciado pela Palavra de Deus, com a finalidade que as crianças entendam o plano de salvação, aprendam a orar, servir, amar e louvar a Deus com respeito e alegria. Nosso objetivo não é entreter crianças enquanto os pais assistem cultos, mas formar discípulos de Jesus, crianças que possam fazer a diferença nesse mundo. Em todos os cultos as crianças louvam e aprendem a Bíblia através de histórias. Durante o ano temos uma programação de música (manhã de talentos), concursos, teatros, passeios e várias outras atividades. É importante destacar que sempre dizemos às nossas crianças que elas têm algo diferente de seus amiguinhos e, portanto, precisam muitas vezes agir de modo diferenciado.
Tenho muita consciência da importância de evangelizar crianças, por essa razão sou voluntária na casa da Avó, onde conto histórias para crianças de 7 a 9 anos. Também, eu e minha amiga Rebeca Cardoso Guimarães, quando solicitadas, vamos às igrejas e capacitamos professores, e muitas vezes implantamos o trabalho onde ainda é quase inexistente. Se priorizarmos as crianças, não teremos tanto trabalho com os adultos.

Conheço alguém que costuma dizer: “quem valoriza a experiência do passado preserva sua identidade no futuro”. Baseado nisso, o Ministério Infantil Calvário Kids presta uma homenagem a todos os professores que dedicaram seu amor a este serviço, pessoas como Vanilda Andrade, Walnice Castro, Stella Moura, Isabel Bueno, Mara Bin, Ezequiel Cardoso, Tânia Brunello, Mariza Guizzo, Patrícia Soares, Antenor Cardoso, Daiseli Damásio, Rebeca C. Guimarães, Sueli Andrade e tantos outros.


“O justo jamais será abalado, para sempre se lembrarão dele” (Sl.112:6, NVI)
Durante todos esses anos no ministério tive a honra de trabalhar com uma grande amiga, a Sueli Andrade. Pessoa fiel a Deus e dedicada ao ministério como não vi igual. Demonstrava um amor enorme pelas crianças e zelo pelas coisas de Deus. Uma das poucas pessoas em quem podíamos encontrar os frutos do espírito. Foram quase trinta anos de ensino, muitas crianças foram influenciadas por suas palavras e por seu exemplo de amiga, mãe, esposa e serva fiel. Para nós, foi uma enorme perda. Hoje, ela não está mais conosco, mas tenho certeza que os frutos de seu trabalho irão durar por toda a eternidade. 



sábado, 12 de janeiro de 2013

Vídeo cassete, filmes e cinema

Eu me lembro quando inventaram o vídeo cassete ( já denunciei de novo minha idade ). Fiquei tão encantada. Como amo filmes não podia acreditar que iria assistir aos filmes que quisesse em minha casa, na hora em que eu escolhesse e mais, ainda poderia parar o filme, correr ou voltar. Para mim isso foi um das melhores invenções da humanidade (assim como o revolver de cola quente que admiro muito, rsrsrs )
O filme é fraco mas tornou-se um clássico
pela dancinha de "What a feeling"
e tantas outras, fez
muito sucesso na época.
Você já assistiu?
Custava tão caro que fiquei entre ter festa de 15 anos ou ganhar um vídeo cassete ( graças a Deus, meus pais optaram por me dar a festa, estaria lamentando até hoje) Hoje tenho vários videos cassete e não tenho nem onde jogar!
Comprei uma fita cassete  antes de ter um vídeo e depois gravei o filme Flash Dance na ilusão de que iria aprender a dançar com a mocinha do filme, parando e voltando a fita ( ai que ingenuidade!)
Cheguei a pensar que não iria mais ao cinema ( ingenuidade de novo) mas nada supera um filme no cinema.O escurinho, a pipoca, o cheiro, a espera, os trailers...tudo é diferente da casa da gente ( é meio como fazer hambúrguer em casa ou comer um de carrinho!). E o cinema, que já foi diversão na época em que pais namoravam, persiste. Nem filmes para download e toda a tecnologia disponível foram páreos para ele.Vou ao cinema sempre que posso e adoro assistir desenhos.






Esta semana fui ver Hobbit ( legal, gostei, já tinha gostado da trilogia do Senhor dos Anéis) e o super fofo Detona Ralph. Já há outras estreias de desenho sendo anunciadas  e isso só aumenta minha expectativa.